Viver dói. O analgésico é a felicidade.

Altas doses de felicidade reduzem a dor da vida.

Felicidade pode ser um chá ou um sorriso; um filme na TV ou um passeio com o cachorro. Um almoço em família ou um lanchinho solitário quando se está com fome. Um suco ou um gole d’agua da torneira; pode ser um beijo na mão da vovó, ou uma lembrança das histórias que ouvia dela.

Felicidade é a pose na fotografia ou a vontade de tirar a foto. É o novo emprego ou a liberdade em sair daquele trabalho que tanto chateava.

É a brisa no calor, o crepitar da lareira no frio; o cobertor que chega em nosso corpo quando estamos sonados no sofá; é levar o filho pequeno para dormir na cama e perceber que ele está acordado.

É ser o próprio filho fingido.

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