Seio. O que sei.

Seio. O que sei.

Seio. Não sei de onde veio, mas com ele me aperreio.

Obra de Deus divinamente, coerente, surpreendentemente e olhar-ardente.

Seta apontada para o céu como símbolo de altivez; de fertilidade, por sua vez. Aceso na meninice. Meio apagado quando da viuvez. Perfeito, em vida, mesmo que contida, escondida.

Tem gente que acha feio o recreio. Diz isso quando não está no meio, um não manuseio.

O seio cheio para uma criança raramente se acha o freio. Se belisca tanto que o quase pranto, transforma em refeição cuja duração é saúde e satisfação.

Olhar para o alheio é perigoso anseio e, sem qualquer receio, é encrenca em cheio.

Seio. Ó seio, não sei bem qual o bloqueio, que me faz terminar a prosa no meio, até porque, você deve estar me olhando meio de esgueio.

Tranquilo. Já me acostumei com o meu devaneio e o seu bombardeio e digo mais, qualquer tiroteio, pra mim  não passa de veraneio.

Por fim, você que gosta ou que tem, cuide bem, sem rodeio. Pois a coisa é grave e não é sorteio. Quando um caroço aparecer, faça o auto-exame e não deixe a tristeza lhe abater.

O assunto é bom mas não pode ser só alegre como um torneio.

Isso é tudo o que sei do seio.
Imagem

Anúncios

Muito obrigado pela sua leitura.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s