Domigo (poema)

To me sentindo uma colmeia,
Sem abelha nem ideia,
Um ator sem plateia,
Um lobo sem alcateia.

To me sentindo gente,
Como uma criança inocente,
Como um idoso quando não está doente,
Ou um palhaco bem sorridente.

Estou me sentndo um pato,
Um ator que esqueceu o texto em pleno ato,
Ou aquele mendigo com sapato barato,
Gente que não entendeu bem o fato.

To me sentindo um lorde,
Como um cachorrinho já velho e que nunca morde,
Tipo um amigo sem sorte,
Ou um irmão faminto do norte.

To achando que é domingo,
Daqueles assim, no almoço, todo mundo rindo,
Mesmo sabendo que algo está quase findo,
É a semana que está indo…

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Uma resposta em “Domigo (poema)

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