Eu uso lápis

Já me perguntei várias vezes o motivo da minha fixação pelo uso do lápis. Farei um esforço para explicar o sentido do uso e, com isso, me livrar dessa dúvida crudelíssima que também me incomoda pois, a final, não sei.

Tudo que se escreve à lápis pode ser apagado. Apagar o que se escreve, significa corrigir ou ter uma opinião diferente sobre um determinado aspecto.

Podemos fazer isso em nossa própria vida, isto é, mudar de opinião? Claro que sim, embora muitas pessoas tenham para si uma opiniao formada sobre tudo, a exemplo da música do saudoso Raul Seixas.

O lápis ainda nos dá a possibiliadade de apagar o que escreveu e economizar o papel. Nesta fase de sustentabilidade, nada melhor a festejar. Ainda assim, o lápis dá uma sensação de que agride menos o papel e, quando escrevemos, sobra aquela sensacao de que está fazendo a coisa certa.

O lápis também nos deixa a vontade para errar. Quando não temos o compromisso com o certo, parece que ficamos mais tranquilos para ousadia.

Por fim, o lápis imita um pouco a nossa vida, pois podemos escrever algo e, por diversas circunstâncias, não cumprir. Será que é o certo?

É claro que muita gente vai me considerar uma pessoa sem palavra, afinal, escrevemos e não iremos cumprir? Agora eu te pergunto, será mesmo que devemos cumprir com tudo o que nos prontificamos? Será que em determinados momentos não podemos reajustar nossa meta? Será que prometer para si mesmo que ficará rico em 5 anos e não cumprir é uma quebra de acordo? Dizer para o seu filho que irá pagar uma super faculdade para ele e não conseguir é algo indigno?

Eu acho que a dignidade do ser humano não está necessariamente ligada à maneira como ele cumpre com suas obrigações, mas sim como ele deve administrar as suas obrigações. Isso o que eu disse tem uma grande diferença. Eu não quero ser considerado uma pessoa “sem palavra”, ao mesmo tempo que não quero pensar na possibilidade de falhar quando prometo algo. Mas, espere, as coisas podem ser negociadas e trabalhadas com a ajuda do velho e bom senso.

Mas e aí, promessa é realmente para sempre?

O que o lápis tem a ver com isso?

 

Nome pra tudo

Bem cedinho, aquele barulho estridente e conhecido de mais de 20 anos, oportunidade em que eu tratei de bater a mão nele. Era o Dé – o despertador. Curvei meu corpo, olhei para o chão e lá estava o chinelo, o velho amigo Nélio. Calcei-o e me dirigi ao banheiro dar aquela básica mijada matinal e uma conferência na partes baixas que incluem o momento “hélice”, coisa que faz parte do ritual masculino e não fui eu quem inventou.

Abri o chuveiro e peguei o sabonete “sem nome”. Já o shampoo, o antigo conhecido Dovéio e dá-lhe enxague. Sequei-me com a ajuda da Sara, minha bacana toalha felpuda azul.

Pra vestir, roupa de quarta-feira; peguei a calça Zé. Camisa Sultão, meia Joana e sapato Tato – o preferido. Cueca foi a Suelda VII.

Fui até a cozinha e peguei um copo qualquer; de transparente que é, não o nominei. Coloquei água e bebi. Deparei com o Janjão – o copo de café – no armário, me esperando para receber o café e a gota de leite. Abri o saco de pão e, com a faca, estiquei as duas canoas sobre o prato, enlameando da margarina predileta: Anete. Comi. Bebi.

Peguei o celular e amigo Lord Black, minha carteira Brown, a mochila Tila e fui pro elevador. Cheguei no carro – o Fujiro – abri a porta, liguei, engatei a marcha, abri o portão Jonas e fui trabalhar.

No caminho, parei no semáforo mais demorado que tem – o Seu Máforo. Coincidentemente, encontrei um amigo de infância que há muito tempo eu não via. Até parei para conversar. No final, trocamos telefones e eu, até agora estou tentando lembrar o nome dele.

Não consegui. Mas, já que acordei dando nome para tudo, que tal, Sinfrônio?

Tanto faz né, meu caro amigo Lei.

A vida é um rascunho

Venho meditando profundamente nas ações do meu cotidiano. Na verdade, tenho tido devaneios dentro daquilo que convencionei chamar de meu mundo. Orbitando nos meus próprios pensamentos eu vou costurando o meu dia-a-dia que mistura atividades físicas, afetividade, companheirismo profissional e familiar, docência, aprendizado, gestão de equipe e projeto pessoais que vão desde os livros, passando por palestras e ações sociais.

Com isso, não raro eu parar por um momento e perguntar-me: qual o meu papel?

É claro que muitas pessoas devem fazer esta pergunta para si próprio constantemente, mas – com uma razoável dose de egoísmo – eu quero uma resposta para mim.

Se eu faço várias coisas ao mesmo tempo e não estou contente com o resultado de nenhuma delas, isto é, não estou contente por fazer “apenas” aquela coisa; poderia mais, por isso o descontentamento -, posso supor que a nossa vida é um rascunho, do qual podemos aprimorar constantemente e não necessariamente considerar a obra acabada, pronta.

Passados alguns anos da morte de minha mãe, referência de força e aconselhamento, eu me conformei com a ausência dela (se isso é possível) quando eu pronunciei para mim a frase “nossa vida é uma obra inacabada e sempre será”.

O meu martírio foi o de imaginar que eu deixei de fazer algo por ela: uma viagem, um beijo, um afago, um carinho, um presente etc… Mas, me bateu uma certeza de que, mesmo que eu fizesse isso tudo, sempre iria faltar alguma coisa, porque nossa vida, na realidade é um rascunho.

Embora, é bom que se diga que certas coisas não são possíveis de apagar.

E ai sumido?

Dia desses esbarrei com um colega de escola que há muito não via e ele foi logo dizendo: “E aí sumido?”. Já havia ficado sem ação com algumas pessoas que falam desta forma. Acho estranho dizer isso a alguém. Incomoda!
Eles perguntavam para mim e respondia  “eu não sumi não” e emendava “você é que sumiu”. A pessoa ainda insistia, “nunca mais te vi, você sempre estava no lugar tal”. Que raiva!
Pra ser sincero, eu nunca gostei desse papo de “tá sumido”. Tem épocas em que “não estamos para ninguém”, e pronto! É algo como dizer: “tá bom, eu sumi, e daí?”
Parece que a vontade de dizer, materializou-se. Perdi a educação…
Foi uma conjugação de coisas, pois eu não estava naqueles melhores dias e emendei um carrossel de verborragias que deixou o cara – aquele antigo colega de escola – meio torto:
– E aí sumido? Tá sumido porque? – disse o colega.
– Sumido, eu? Porque? Você acha que eu deveria aparecer para você na hora que tu quisesse? Sentiu minha falta, porque não me procurou? Você está insinuando que eu estava me escondendo de você? Quem ouve você falar “sumido”, dá a entender que lhe devo alguma coisa? Te devo? Responde! Pois é, você tem que tomar cuidado com o que fala e ser um pouco responsável, coisa que parece que você não é. E você, estava por onde que não me viu? Eu vi muita gente neste meio tempo. Aliás, nem me lembro da última vez que te vi, de tão insignificante foi o nosso encontro…
Este “meu amigo” ficou meio sismado, sem graça e disse rapidamente já me cortando:
– Tá bom, desculpa, brincadeira, é maneira de falar somente. Tudo bem.
Enfim, olhamos um para a cara do outro e aí eu perguntei para ele:
– E você, por onde andou?

Mulher-tudo.

Raramente ele se atrasava. Ela também. Não havia trânsito, chuva, greve de ônibus, nada. Dezoito horas e quarenta e cinco minutos estava em casa. Mesa pronta e caprichada; toalha xadrez azul – uma toalha de tecido.

Copos simples, aqueles americanos mas sempre muito bem lavados. Os pratos de Marinex azul-bic virados de boca para baixo; um par, cada um de um lado da mesa com um guardanapo de papel toalha dobrado em triangulo e os talheres, aqueles de cabo branco de plástico, ladeando o prato.

Na mesa ainda tinha paliteiro de pinguim e saleiro “cisne”, um vidro de maionese Helmanns donde se viam algumas sementes continha uma pimenta feita em casa. Sobre o pote, uma pedaço de papel alumínio cobria e nela repousava uma colher fina e comprida, parecida com aquelas que se utilizam para os copos de suco.  Uma lata de azeite “Maria” e, a complementar, um farinheiro de madeira clara com manchas escuras naturais e outras provenientes de seu uso e que dentro havia, também, uma colher só que de madeira e farinha de rosca devidamente elaborada com o esfarelado de pão francês temperado com pedacinhos de manjericão fresco. Receita de família.

Os móveis da cozinha eram de aço. Móveis vermelhos com puxadores cromados. O fogão antigo tinha asas e sobre suas grelhas haviam umas panelas, uma delas, prateada, já um tanto quanto manchada de preto e com marcas de amassado. Dela exalava um aroma característico de frango temperado com alho, cebola e vinagre, cujo preparo já havia iniciado. Na outra panela um pouco menor, arroz já lavado esperando para ser mexido no ponto de fritura. Em poucos instantes, os aromas se misturam pois começam a exalar aquele cheiro de cebola fritando e aquele barulho característico.

Eis que, um barulho da porta da rua se abrindo quebra toda a sinfonia da cozinha. Em seguida, um outro de chave sendo guardada no porta-chaves, e passos em direção da mulher. Aquele beijo estalado e logo mais um barulho característico da abertura de porta do quarto seguido de molas da cama. Algo ritmado nos barulhos, talvez indicando que estava tirando a bota, o sapato ou as meias, algo assim.

Outro barulho de cama demonstra que se levantou. Porta do banheiro se abrindo e fechando, barulho de porta de box , um guinchado de torneira sendo aberta e depois de água, chuá, era o chuveiro.

Na cozinha o arroz borbulhava e nele estava se colocando a última conta de água que iria secar. Um colher se põe se banha no caldo do arroz, é assoprado e colocado cuidadosamente na boca para testar o sal. A outra panela, o frango já no ponto de dourado, inicia aquele processo de fritura, donde os pedacinhos vão grudando no fundo e é importante ficar mexendo constantemente. Ela levanta, vai ao banheiro, recolhe a toalha, a cueca e providencia-as nos devidos lugares.

Ele aproxima-se da mesa, senta-se, estava de pijama, cheiro de boa colônia. Conversa qualquer coisa. Vira o prato de cabeça para cima e aguarda ser servido. A mulher coloca o arroz, com a colher, amassando-o, ocupando todo o prato. Pega a panela de frango: uma coxa, uma sobre coxa e um pedaço pequeno de peito. Um pouco de molho do frango sobre o arroz. Ele providencia a pimenta, farinha, azeite. Ela monta o seu prato e come devagar, quase sem fome.

Ele come, lenta e elegantemente, pegando os talheres e deixando o dedo mindinho de fora. Termina o prato e ainda se esforça para caçar o último grão de arroz, forçando o garfo sobre o mesmo. Limpa os lábios com o guardanapo que está ao lado. Pega o palito, coloca na boca e segue o ritual de passar a madeirinha entre os dentes, mordendo de vez em quando.

Nada de café. Uma espera silenciosa e a esposa tira o prato, deixando no lugar pouca coisa. Talvez fazendo companhia para aquele homem que, em seguida, levanta-se e vai até a sala, em seu lugar predileto, assistir a TV.

Ele não percebe que em seu pijama repousa uns grãos de arroz e uma mancha de pimenta que será lavada no dia seguinte. Ele ajeita as almofadas, senta, pega o controle remoto, liga, ajusta o canal, prega o olho na tela por cinco ou talvez dez minutos e chega o sono; um cochilo.

A mulher se aproxima da sala depois de desfazer-se da louça, da mesa e das coisas de mulher, de mãe, de dona-de-casa, de esposa.

Senta na sala, acompanha a TV em sua novela predileta, enquanto o homem ronca.

Logo mais a novela acaba e ambos vão para o quarto.

Definitivamente, a rotina existe mas a mulher é tudo.

Parabéns a você, mulher-tudo.

 

A arte de ganhar pouco e ser feliz como um louco

Frequentando uma festa de bacana regado a Jack Daniels e bons petiscos, ao afastar-me de uma roda de amigos, um dos abastados convidados se aproximou de mim e me perguntou: – porque você dá aula, ganha tão pouquinho?

E ele tem razão se o assunto é dinheiro, esse dinheiro NÃO COMPRA o sorriso de uma criança, como também não compra algumas horas de vida para aquele que está na UTI.
Aliás, o dinheiro não compra alguns dias a mais de vida para quem está à beira da morte. Embora, é bom que se diga, ele até compra uma passagem para Nova York para viajar com seu amor. Mas, se vocês não estiverem em paz, o dinheiro não ajudará em nada e talvez seu casamento desmorone mesmo.
O dinheiro não compra o amor dos seus filhos, e nem a sinceridade do seu melhor amigo que acabou de receber uma lembrança pelo seu aniversário.

Entretanto, quando o assunto não é dinheiro, viramos nosso olhar para as coisas mais simples como, por exemplo, dar aulas.

Por semestre, arrumamos novos (e bons) amigos. Podemos trocar experiências e saber uns dos outros. Ensinar, aprender, promover a educação. É reconfortante saber o quanto estes amigos conseguiram promover-se na empresa; dentre estes outro projetos vitoriosos.

Um abraço barato; um “obrigado por tudo” e um parabéns pelo trabalho não custam nem um tostão mas é tão bom de receber que achamos o máximo.

Engano, algumas surpresas ainda acontecem…

Obrigado aos alunos da Unifox MBA, turma de Gestão de Operações e TI, 2014/1 pela festa surpresa de encerramento no último dia 31 de agosto.

Super 10 para todos e até breve.

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Rubem Alves nos deixou em carne

Rubem Alves, você nos deixou em carne. Vive e viverá nos ensinamentos e na sua inestimável obra.

Publicar livros tem essa vantagem; eu converso com você meu caro Rubem, como se estivesse aqui, do meu lado. Aliás, está…

Nós podemos deixar um legado, uma herança para que as pessoas possam nos interpretar. Talvez, por via dele, conheçam nossas ideias, os defeitos, os pontos-de-vista e apreciem a controvertida ou monótona maneira de levar a vida. Somos obra-viva que um dia se perpetuará. Ou – como disse Caetano Veloso: OU NAO!

É Rubem Alves, saiba que suas obras me inspiraram, me inspiram e me inspirarão. Deixo aqui registrado, um texto publicado há exatamente um ano, com o título “Ele Me Escolheu”. E você está lá, vivinho:
https://jacquesmiranda.wordpress.com/2013/01/07/ele-me-escolheu/

Anota a nota

 

– Oito, professor? O senhor me deu oito? Não acredito! Qual o critério? – disse a aluna irritadíssima e complementou: – porque oito?
Com o olhar terno e quase fúnebre eu verbalizei cal-ma-men-te:
– Não sei nem o que te dizer [pausa], vejamos, você tirou oito porque não tirou nove, nem dez [pausa]; ah e também não tirou cinco ou seis…. e sete.
É claro que a resposta não convenceu e aí presencie o aflorar de uma certa jovialidade revoltosa e um pseudo-ativismo, assim:
– Não é justo! O Zé tirou nove e o trabalho dele não chega nem aos pés do meu. Fora isso, na sala de aula não é todo mundo que trabalha como eu! – Esbravejou!
Impasse estabelecido, sem a presença de Bruce Buffer, famoso locutor de MMA para bradar o seu famoso “Eeeeeiitiiiiis Taaimm” (It’s time), eu disparei:
– Pois é, também acho injusto. Por sinal o mundo todo é injusto. Eu também acho que eu sou mais talentoso do que o Neymar, tenho mais estudo que o Lula (se bem que não é muito difícil…), mais inteligente que a Sabrina Sato e mais bonito que… bom, deixa pra lá. Mas, eu ganho menos dinheiro do que eles. Realmente o mundo é muito injusto e não fui eu quem inventou isso. Aliás, por falar em injustiça, também acho injusto o fato de você ter a quem reclamar que foi vítima de algo que considera uma injustiça; isso é um privilégio. Eu, se for reclamar pra alguém, teria que ser para Deus, e ele tem coisas bem mais importantes pra fazer e nem vai ligar para o meu problema. Eu pelo menos estou te ouvindo, olha só a sua sorte!
A moça esboçou um semblante de quem estava confusa e disse:
– Tá entendi, e aí, vai rever a nota, professor?
Respondi: – A nota é oito mesmo e sorte sua que não sou surdo senão, nem isso!
E foi-se.

Quem nasceu primeiro? Acho que foi o ovo de Páscoa

Época de páscoa, pouca coisa é dita a respeito do significado cristão. Só se fala de coelho e de ovo, nas alturas, por sinal; tem iguaria de chocolate de R$ 90,00!

Nem o maior expert em economia seria capaz de convencer o pai de uma criança sobre o real preço do chocolate, tampouco uma premiada psicóloga infantil conseguiria demover o rebento de seu intento em querer o ovo de páscoa do personagem da TV. E o pai paga!

Mas e o ovo, o que tem a ver com isso?

Tirando o ovo da páscoa (cujo significado ainda não consegui estabelecer), vamos jogá-lo no nosso cotidiano e explorar os ditos populares, sem o menor receio de pisar em ovos.

Esse otimismo típico do brasileiro em relação a facilidade de conseguir as coisas, é o contar com o ovo na cloaca da galinha.

Por falar em fácil – se é que existe algo difícil -, é colocar o ovo em pé. Cru, é claro, se estiver cozido, é só quebrar o fundo de leve e pronto.

Talvez, bem pior, é descobrir quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha.

É fácil, como se fosse realmente o ovo de Colombo: quem apareceu primeiro foi o ovo pois dele nasceu a galinha, que foi chocada por uma urubu fêmea, que cruzou com um outro bípede, dando origem a galinha, ou melhor ao ovo.

E ai, achou algum pêlo nesse ovo? Eu diria que a descoberta deste enigma foi tirada do fundo do baú, ou em latim, “ab ovo”.

Se você descobriu agora e está babando ovo com a constatação, fique sabendo que eu não acho que esse texto se tornará a galinha dos ovos de ouro deste escritor.

E, mesmo que seja ovacionado por isso, aliás, ele não coloca todos os ovos no mesmo cesto.

Por fim, ovo também é cultura das boas, fique sabendo que a palavra é uma figura de linguagem chamada de palíndromo, igual Arara, Hannah, Ama, por exemplo, que lido de trás pra frente não faz diferença.

Pra finalizar, o que o ovo tem a ver com a páscoa mesmo?

 

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